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Se tivéssemos que definir em poucas linhas como são as pessoas hoje em dia, poderíamos dizer o seguinte: urbanos, com excesso de trabalho, pouca tendência para o descanso, em constante movimento, viciados em stress, em tecnologia e com as notificações sempre ativas. ¿E em que resulta tudo isto? Num grupo numeroso de gente com problemas de ansiedade, que não sabem conciliar o laboral com o familiar, com problemas de saúde por falta de sono, e demasiado apegadas às redes sociais.
Pondo em destaque a necessidade do descanso físico e o pouco que nos permite esse mesmo descanso o ritmo de vida atual, encontramos um padrão óbvio entre a maioria da sociedade. A facilidade que temos em não desconectar do trabalho e a obrigação autoimposta de verificar e-mails, projetos, e atender chamadas fora do horário laboral, levou-nos a dormir não apenas menos horas, mas também de pior qualidade.
Comentamos em incontáveis ocasiões a influência de uma boa higiene de sono para a nossa saúde. Se não descansamos o suficiente todas as noites, no dia seguinte não só vamos a ter pior rendimento, como também ao longo do tempo o nosso corpo acabará por se ressentir.
Esse stress e essa ansiedade provocadas pelo excesso de trabalho, irão traduzir-se a nível físico numa maior produção de cortisol. A hormona que controla o stress ativa-se ante estas situações quotidianas e presentes ao longo do tempo, afetando assim as zonas cerebrais que têm relação com a aprendizagem, a memória ou a concentração. A nível físico, o excesso de trabalho também pode levar a graves consequências, como doenças cardiovasculares, diabetes ou deterioramento de certas articulações.
Dormir não só é uma necessidade fisiológica que reinicia o nosso sistema imunológico, nos recarrega as pilhas e refresca o nosso cérebro. Dormir é também um prazer. Um dos poucos que não custa dinheiro e é acessível a todas as pessoas. ¿Porquê negarmo-nos a esse prazer em favor do excesso de trabalho?
Com a pandemia e as suas consequências ainda na ordem do dia, a desconexão mental deveria ser ainda mais obrigatória. As pessoas têm direito a desconectar, a fixar uns horários laborais com um limite claro, e a não responder a chamadas fora de horas, ou a e-mails de trabalho desde a própria cama.
O ideal é simplesmente o contrário. Dispor de um trabalho em que se respeita o tempo livre, e onde se pode ajustar o nosso descanso para poder desconectar corpo e mente. Para isso, nada melhor do que realizar atividades físicas depois do trabalho, manter uma vida social ativa e, quando chega a noite, alcançar essa ansiada higiene do sono, com a ajuda de um conjunto de descanso que conte com o melhor colchão do mercado. E, claro, libertar-nos de todos os dispositivos eletrónicos quando chegamos a casa.

Em Maxcolchon levamos mais de duas décadas dedicando-nos a melhorar a qualidade do descanso de um milhão de pessoas. A nossa equipe está composta por especialistas no sono, em ergonomia e producto, trabalhando dia a dia para lhe oferecer informação eficaz, práctica e baseada na experiência real de quem conhece o descanso por dentro e por fora.