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Dependendo da pesquisa que você veja, entre uns 25% e uns 30% da população padecem de insónias. E, ainda pior, até 15% sofrem da chamada insónia crónica. Em todos estes casos, falamos do transtorno do sono que impossibilita a conciliação, qualidade ou duração do sono. Ou seja, vários padrões que influem no seu diagnóstico, e que nem sempre podemos atribuir a um “eu adormeço tarde”. É por isso que, por vezes, temos mais dificuldades para saber se temos ou não insónias.
Com a informação detalhada nos parágrafos anteriores, já podemos fazer uma ideia do que são as insónias. Afinal, falamos de um transtorno que, ainda que seja de índole subjetiva, acaba por afetar o nosso dia a dia. Conduz-nos a um estado de vigília onde a irritabilidade, o cansaço, a falta de concentração, o nosso comportamento, a sociabilidade, a energia física e as emoções se veem alteradas.
Facilitar ao nosso médico de família ou a um especialista toda a informação relacionada com o parágrafo anterior será fundamental para o seu diagnóstico. A partir daí, poder-se-á realizar um estudo do sono para descartar outros transtornos, como a apneia, a síndrome de pernas inquietas, ou outros tipos de hipersónias.
Para o seu diagnóstico também é importante conhecer os antecedentes familiares relacionados com as próprias insónias e com outros detalhes, como o consumo de álcool, café, estupefacientes e a toma de medicamentos. Além do mais, haverá que detalhar os nossos hábitos de sono (horários de nos deitarmos e levantarmos), a dieta que seguimos (incluindo as horas a que almoçamos e jantamos), ou a prática desportiva.

Em Maxcolchon levamos mais de duas décadas dedicando-nos a melhorar a qualidade do descanso de um milhão de pessoas. A nossa equipe está composta por especialistas no sono, em ergonomia e producto, trabalhando dia a dia para lhe oferecer informação eficaz, práctica e baseada na experiência real de quem conhece o descanso por dentro e por fora.